• André G. Vasconcelos

A VOLTA POR CIMA DO OOH

Em maio de 2011, na conceituadíssima revista Meio e Mensagem, um artigo me chamou a atenção. Falava em tom pejorativo de uma mídia OOH, como se um novo nome fosse uma distração para a falta de evolução daquilo que existe desde muito antes de televisão, Internet e rádio.


A mídia out of home deriva da anteriormente denominada “mídia extensiva”, antes ainda do termo “mídia exterior”.


O meio precisava adequar-se aos tempos modernos, nos quais o nome mídia exterior já não abrangia tudo que fora sendo criado como meio de comunicação fora do lar. Carros de som, telas eletrônicas, mobiliário urbano (outdoor, empenas, front lights, pontos de ônibus, ônibus e metrôs adesivados, telas em elevadores), todos esses meios pediam uma nomenclatura com a qual pudessem ser identificados. Isso facilitaria a apresentação do desempenho desses meios ao mercado e às agências, já que estas concentram as verbas dos grandes anunciantes e devem mensurar o retorno que cada meio proporciona ao investimento do anunciante.


Era difícil mensurar algo pulverizado. Mas, a inteligência artificial desatou este nó.

Na edição de agosto/20 da Meio e Mensagem, o OOH ocupa a terceira posição na alocação de verbas de publicidade, faturando nada desprezíveis 10,4% da verba publicitária nacional, estimada em R$17,4 bilhões em 2019.


Em termos de verbas, no consolidado de 2019, informa a revista, OOH teve um faturamento nacional de: R$ 1.841 bilhão, ficando atrás da TV aberta (R$9,27 bilhões) e Internet (R$3,77 bilhões).


Nada mal para um patinho feio!

Ben Zion Wittenberg

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